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Luiz Costa

Olinda (PE)
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Luiz Costa
Comentário · há 7 anos
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Luiz Costa
Comentário · há 8 anos
Olhe, o argumento ateu para respeito da vida, para proibir o homicídio, é pueril. E é tão babaca e inócuo que os estados ateus mataram mais de cem milhões de pessoas.

O estado laico só existe por conta da Santa Igreja, pois o laicato é o povo comum.

Mas a topeira cheia de títulos acha que o argumento religioso chega somente com base na bíblia, acaba ficando a margem. Todo o raciocínio humano se assenta em certas premissas de fé, porque ao simplifica-lo o único jeito de pensar é assumindo que todo mundo sabe, por exemplo, o significado da palavra sem que possa ser explicado aquilo. É o que Kant chama de imperativo categórico.

Mas, ao que importa, o feto é ser humano em potência, já que ele não vira uma cadeira ou um abacaxi. Mata-lo é matar um ser humano em potência, não importa se imediatamente após a concepção ou até o 3 mês. O feto não mudou de natureza.
Também falar que é a condição de ter vida ou um sistema nervoso é uma estupidez astronômica, porque você só estaria advogando pela eugenia. A consequência lógica da aprovação do aborto é que os retardados universitários, como você, já aprovam o assassinato de crianças de cinco anos porque elas não tem plena consciência de si mesmas. É uma coisa diabólica.

Mas vamos para outra estupidez do artigo, falar que são cometidos 800.000 abortos é uma mentira galopante, esses dados são divulgados por ONGs pro aborto e são mentirosos.

Também é engraçado que você diga que as pessoas pro-vida usam de terrorismo, enquanto os pro-aborto mentem que o assassinato da criança não traz nenhuma consequência para a mãe, que o aborto legalizado diminui, que não adianta proibir porque as pessoas continua fazendo, que um amontoado de células não é pessoa (como se você não fosse um amontoado de células, ou se o embrião humano pudesse se transformar num ovo de tartaruga), que é melhor ser morto do que nascer na pobreza e etc.

No final das contas vocês advogam pela EUGENIA, uma vez que em todos os países que houve a legalização do aborto as maiores vítimas se tornaram mulheres e negros, além de não ter diminuído o risco para a mãe.

Então, no final, a advogada Margaret Sanger conseguiu o que queria, mas os intolerantes por defender a vida de negros e mulheres são justamente os arcaicos religiosos.

Isto tudo porque uma chuva de títulos no Brasil significam apenas a estupidez elevada a um grau quase sem volta.
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